ADRIANA CALCANHOTTO | “A Mulher do Pau Brasil”

Hora Descrição Local Duração Classificação
21:00 ADRIANA CALCANHOTTO | “A Mulher do Pau Brasil” Grande Teatro 1h30 Livre
Informações sobre o ingresso
Descrição Disponível até Valores
Inteira/Meia
SETOR FÃ (com direito a entrar no Camarim) 23 ingressos 09/11 R$ 190,00 / R$
1º.SETOR – 166 lugares / 1º. Lote 50 lugares 09/11 R$ 160,00 / R$ 80,00
2º.SETOR – 218 lugares / 1º. Lote 50 lugares 09/11 R$ 140,00 / R$ 70,00
3º.SETOR – 314 lugares / 1º. Lote 50 lugares 09/11 R$ 120,00 / R$ 60,00

*Na bilheteria da Scar, não aceita-se cartão de crédito e débito.

Informações sobre o evento

ADRIANA CALCANHOTTO | “A Mulher do Pau Brasil”
EM NOVA TURNÊ


Com canções inéditas e releituras, show estreou em Portugal e vai percorrer cidades
brasileiras nos próximos meses
‘A Mulher do Pau Brasil’ foi idealizado como ‘concerto-tese’, ou seja, uma conclusão da
residência artística de ADRIANA CALCANHOTTO na Universidade de Coimbra, onde
esteve nos últimos dois anos entre cursos e apresentações. A imensa repercussão do
show gerou uma turnê que começou pela Europa e chegará a diversas cidades
brasileiras a partir de agosto. Acompanhada por BEM GIL e BRUNO DI LULLO, Adriana
elaborou um roteiro com músicas compostas no período lusitano, releituras (a recente
‘As Caravanas’, de Chico Buarque, por exemplo) e também reencontra clássicos de seu
repertório, como ‘Inverno’, ‘Vambora’ e ‘Esquadros’.
A inédita canção-título abre o show em tom autobiográfico (‘Nasceu no Sul / Foi para o
Rio / E amou como nunca se viu’) e também retoma o nome de um espetáculo do início
da carreira de Adriana (‘A Mulher do Pau Brasil’), ainda em Porto Alegre nos anos 80. Foi
quando começou a ser instigada pelo ‘Manifesto da Poesia Pau Brasil’, do modernista
Oswald de Andrade, e toda a sua influência no movimento tropicalista décadas depois.
Tais temas sempre estiveram presentes em sua obra e ressurgiram com intensidade no
período português.
Não à toa que ‘Vamos Comer Caetano’, composta para o disco ‘Maritmo’ (1998), foi
retomada no repertório e sublinha o conceito antropofágico da apresentação, através
da ideia de devorar, se apropriar e reinventar a informação que vem de fora.
‘Costumavam me perguntar se eu já tinha virado portuguesa e eu sempre respondia
que não. Nunca me senti tão brasileira como agora’, conta Adriana, que foi nomeada
Embaixadora da Língua Portuguesa da Universidade de Coimbra no final de 2015.

Produção Joinville: producaojoinville@terra.com.br

Dúvidas
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