
Espetáculo Eleva reúne alunos e grupos especiais de acrobacia aérea da SCAR
Entre voos, giros e suspensões, o palco do Grande Teatro da Sociedade Cultura Artística volta a desafiar a gravidade. Nesta terça-feira (23), às 19h30, a Escola de Dança SCAR apresenta a segunda edição do espetáculo de acrobacia aérea “Eleva”, reunindo alunos e integrantes dos Grupo Especial de Acrobacia em uma noite marcada pela técnica, pela arte e pela capacidade de transformar o corpo em narrativa.
Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e estão disponíveis na bilheteria da SCAR e pelo site da TicketCenter (clique aqui).
Mais do que uma apresentação, o espetáculo convida o público a olhar para o alto e descobrir histórias contadas no ar. Em tecidos, liras e movimentos suspensos, os artistas exploram limites, constroem imagens e revelam a potência expressiva da acrobacia aérea.
Nesta edição, o espetáculo ganha uma dimensão ainda maior. Pela primeira vez, todas as turmas de acrobacia aérea da Escola de Dança estarão no palco, ampliando a participação dos alunos e oferecendo ao público um panorama do trabalho desenvolvido ao longo do ano.
“O Eleva deste ano tem uma diferença muito especial. Além dos grupos especiais de competição, estamos convocando a escola inteira de acrobacia aérea para dançar. Não serão apenas os grupos competitivos que terão a oportunidade de pisar no palco, mas todas as nossas turmas”, destaca a coordenadora da Escola de Dança SCAR e professora de acrobacia aérea, Chalimar Junkes.
Ao todo, o espetáculo contará com mais de 25 coreografias. Muitas delas serão apresentadas pela primeira vez ao público e servirão como estreia das montagens que representarão a SCAR na Taça Brasil de Acrobacia Aérea, que acontece em julho, em Araranguá.
Segundo Chalimar, a expectativa é surpreender a plateia com novas possibilidades de movimento e expressão.
“O público pode esperar muita acrobacia, movimentos inéditos, descobertas e, principalmente, se surpreender com tudo o que o tecido acrobático é capaz de contar. Cada coreografia revela uma história diferente por meio do corpo, do movimento e da conexão com o espaço.”
Foto: Nicolas Cani
